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sábado, 15 de agosto de 2009

Toque

Hoje vi um filme (uma comédia romântica) que me tocou de uma forma que não imaginava..

Um pai estava contando a história dos seus relacionamentos para a filha, que muito insistiu. Ela queria entender (e talvez reverter a situação) o divórcio que estava se consumando. O pai falou que teria um final feliz. Quando o final estava finalmente chegando, ela falou:
- Mas não há um final feliz!
- Há sim. Você.

Me peguei chorando copiosamente.. é exatamentte o que o meu pai fala quando está num momento emotivo (o que é muito raro).

terça-feira, 28 de julho de 2009

Post

Ontem eu perdi a minha postagem... e, claro, com a minha memória de peixinho dourado amnésico (vulgo Dory) eu não conseguirei reproduzi-la.

Como já deve ser 2345 ésima vez que isso acontece, pergunto: tem ferramenta / jeito mais inteligente de publicar nesse blog?

É que assim, me conhecendo, sei que não irei escrever num editor de texto como o Word, salvar e publicar aqui.. não tenho hábitos de preservação da própria saúde, quem dirá, preservação dos posts!

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Blá

Hoje pensei: como as pessoas (eu, inclusive!) recorrem a frases sem sentido e totalmente desprovidas de conteúdo para escaparem de situações que não querem (ou podem) se explicar. Ou melhor: como o "blá" está ficando mais frequente.

Cara, isso apenas prova como as pessoas estão cada vez mais se tornando escorregadias e, para isso, usando a nossa querida língua portuguesa (por muitas vezes, também a inglesa) tentando ludibriar os queridos leitores / usuários / clientes / colegas / professores / .... / afins. Como palavras que nada querem dizer sem um contexto (como "estratégia", "alinhamento", "desenvolvimento", and so on) estão caindo no lugar comum do chavão (é assim que se escreve?).

Fiz faculdade (s) de aprimoramento do blá, com direito a apresentações em que só ouvia ou falava blá, blá, blá, blá... O melhor é a cara de conteúdo dos ouvintes tentando entender, ou melhor, FINGINDO que estavam tentando entender o supramencionado "blá".

Apenas vejo as pessoas se nivelando por baixo por pura preguiça ou medo para questionar ou ir mais a fundo... eu costumAVA fazer isso... Emburreci?

Carol, meta para os próximos meses: se policie para não fazer isso. Se policie para não fazer isso. Se policie para não fazer isso.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Quase

Ok, ok.. odeio deixar o ressentimento como último conteúdo por mim proferido. Não é algo que me faz bem, acredito. Prefiro pensar em algo com algum pensamento positivo, ou pelo menos deixar uma mensagem de tal finalidade.

Alguns amigos me dizem que tenho um quê de Pollyana.. para quem não sabe, fui uma criança meio introspectiva.. e que amava ler... mas se tinha um livro que protelei até meu pai quase me enfiar pela goela foi esse... E não é que fez efeito? É até meio irritante minha constante quase necessidade de tentar ver o lado positivo das coisas...

E a repetição da palavra "quase" nunca fez tanto sentido: por vezes sou drama queen, ou melhor, "la reina del drama"... mas logo volto à minha posição mais comum, de menina se forçando a jogar o "jogo do contente", se lembram?

Bem, contanto que esse jogo faça realmente efeito e não me torne uma ingênua incorrigível, tá valendo! Ao mesmo tempo, sou um paradoxo, ao não conseguir ver a redenção das pessoas... #comofas?

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Imagem


el extranjero.jpg

(entrem no site da artista - special tks to Bernardo por me ajudar a inserir a foto)

domingo, 24 de maio de 2009

Humanidade

Pois é... Recebi um email esse final de semana pedindo uma apresentação para um projeto mais "humana e inspiradora"... isso me levou a pensar.. a palavra "humana" não caiu numa certa banalização?

Humanidade é um conceito que eu não consigo aplicar a algo tão mundano quanto uma apresentação.. uma vez que colocamos palavras tão abstratas e "grandiosas" em momentos tão... tão... tão... X... não as estamos desmerecendo? É como pensar na "normalidade" como um conceito banal.. ou na "coragem" como algo comum e frequentemente encontrado...

Sei que estou sendo um pouco chata... mas acredito que nossa aplicação das palavras apenas refletem a superficialidade que pensamos nas palavras, sabe? As pessoas, infelizmente, não pensam no que falam, escrevem ou como se dirigem e se expressam aos demais.. os símbolos, as palavras, não devem somente ser proferidas, mas pensadas dentro do significado que contêm.

Acredito, por fim, que estamos falando muito, ouvindo pouco e pensando menos ainda...